CPF na Nota?

Eu sou Flamengo.

Eu sou chato pra caramba! Mas tenho certeza, tão chato quanto você. Apenas algumas questões nos diferem na chatice. Talvez isso eu deva lhe explicar.

Eu sou Flamengo.

Eu sou chato pra caramba!Tenho datas demais para comemorar. Fundação, títulos, salvações milagrosas, recordes absolutos, vitórias históricas, Santos, um segundo Natal e, dentre eles, o dia do Torcedor. O dia do Flamenguista. Tenho amigos demais em QUALQUER conversa de boteco pra não ser unanimidade. Uma unanimidade quase insuportável. Resumindo… chato pra caramba.

Eu sou Flamengo.

Eu te entendo. Nas vezes que ganhou algo, eu não tava lá pra te ouvir comemorar. Estavam faltando eu e mais 35 milhões para você tirar seu merecido sarro. Fez eco demais e perdeu a graça. Incomodou mais ainda que por outro lado, quando ganhei, você não conseguiu dormir, não tinha pra onde fugir, durou tempo demais. Eu cantei por dias, meses, anos, décadas. Eu comemorei até par ou impar. Isso te enlouqueceu. Eu, nós, todos nós 35 milhões comemoramos alto demais. Talvez por isso você tenha tanta raiva quando eu ganho, tanto medo de que eu seja vitorioso. Eu e os 35 milhões. Eu sou chato pra caramba! Eles também…

Eu sou Flamengo.

Nós temos muita história juntos. Você cresceu sabendo que eu sou um perigo. Sabendo que o teu sarro cria uma coisa estranha em mim. Eu resolvo tirar da cartola vitórias invencíveis, títulos impensáveis, uma dedicação e um amor inexplicáveis. Assim, você brinca. O máximo que pode brincar até mesmo ferindo a regra do jogo e se juntando aos outros “inimigos” de próxima, os “inimigos” no papel, criando uma “equipe do resto” sem nome ou sobrenome, mas pra fazer volume… porque sabe que uma hora chega a minha vez. E eu sou chato pra caramba.

Eu sou Flamengo.

O curioso é que sinto raiva como você. Só que você sente de mim e eu de mim mesmo. Simplesmente porque não te acho páreo pra mim. Eu sou Flamengo, e grande demais. Sinto raiva porque para usar minha camisa deve merecer. Porque para cantar por mim tem que me conhecer. Porque para jogar por mim tem que ralar, honrar aquilo que alguns foram e que 35 milhões se pudessem, seriam em meio piscar de olhos.

Eu sou Flamengo.

Você… ah você. Você sente raiva de mim. Perder pra qualquer um dos “inimigos” de papel ou próxima, outrora amigos (está lembrado?) não dói. Nenhum deles tem o meu tamanho para te dar pesadelos. Só eu. BUUU! Kkkkk.Eu sou chato pra caramba.

Eu sou Flamengo.

Eu sou enorme, porque sou todos. Eu sou grande, pequeno, pobre, rico, verde, amarelo, azul e branco, preto e vermelho, eu sou velho, sou novo, homem, mulher, ignorante ou culto. Eu sou tudo. Você? Você não é tudo. Até queria ser, mas não é. Curiosamente, acha que está cheio de razão ao ridicularizar uma das minhas maiores forças. Eu rio de você. Com e sem os dentes, com e sem dinheiro, em qualquer cor, em qualquer idade e em qualquer texto ou só impressão digital. Risos de quem é MAIOR do que você. Você sabe e eu sei. Tudo bem…calma… eu sei que pra você, isso é chato pra caramba.

Eu sou Flamengo.

Hoje, em mais uma dessas datas comemorativas, eu mesmo sou um presente. Para alguns 35 milhões, o melhor presente da vida, para você, um presente de Grego. Um presente que SEMPRE vou te dar. Eu sempre vou estar aqui. TODO DIA. Esqueceu? Eu sou chato pra caramba!

Eu sou Flamengo.

Por falar em esquecer, eu já ia me esquecendo, será que para esse presente você precisa de CPF na nota? Veja, ao contrário de você, eu não passo recibo. Eu sou Flamengo. Até nisso, eu sei. Fazer o quê? Pra você eu sempre vou ser chato pra caramba….

X Vs Y

Cara, como é difícil.. vou te falar viu!

Tem alguns dias na vida de um homem que poderiam ser mais fáceis. Talvez na vida das mulheres também. O fato é que se relacionar é um martírio. Tem horas que TUDO se desencontra e ficamos pensando porque nos damos ao trabalho de estarmos ao lado de alguém. Relacionamento é tolerância.

Esqueça a idéia de que vai encontrar a metade da laranja e blá, blá blá. Laranja cortada na metade apodrece! Esqueça essa idéia de alma gêmea, tampa da panela, sapato torto da meia furada. Existem 7 Bilhões de pessoas no mundo! Se você acredita que encontrou a sua outra parte você enlouqueceu!

Sejamos justos, falando assim pareço o Ogro que dá medo no Shreck. Não é assim. Na verdade sou bastante romãntico e amo agradar a mulher que está ao meu lado. E so fico perto porque gosto mesmo, não acredito em média ou pena, mas isso fica pra depois. O fato, é que em QUALQUER relacionamento, os pontos de convergência acontecem com bastante raridade.

Pensem bem, provavelmente 3 em 100 das vezes que você quer algo, seu parceiro estava interessado exatamente na mesma coisa. Normalmente, um dos dois topa o que o outro quer e até acaba tendo um bom momento, curtindo e etc; mas raríssimas vezes o cosmos coopera em gênero, número e grau. Lógico, não estou falando daquele tempo “terra do nunca”que acontece quando os dois se conhecem e TUDO é legal, desde que tenha um amasso pilantra no final. Estou falando de dia a dia, da palavra que dá medo em todo mundo, mas todos fingem que não pesa tanto assim: ro-ti-na.

Agora, porque? O curioso é que muitos pensam que isso significa o final do amor. Que essa discrepância de gostos não tem solução, de que o dia a dia termina a alegria, de que a falta de grana é terminal, de que a pessoa não é mais quem era. A verdade é que a GRANDE maioria de nós é PREGUIÇOSA.

Se você está solteiro/solteira, você trabalha 16 horas por dia, afinal, você precisa de grana para estar nos points tentando achar um “final de noite gostoso” (para alguns, apenas para não estar em casa sozinho e ficar pensando que o especial tava no dia que você não foi, ou se sentir mal porque talvez o ex esteja se divertindo e você não). Você chega em casa e se arruma com o maior zelo, passando perfume até nas costas do joelho, não usa cueca furada ou calcinha cor da pele (demissão por justa causa, igualzinho a pochete) nem para ir à igreja, por medo daonde possa acabar esse passeio. Topa conhecer a bandinha da estagiária do trabalho, que toca tango taliandês em bongôs elétricos, apenas porque lá pode ter alguém perdido procurando informação e seja interessante. Ou mesmo porque quem sabe você goste do som e entre pra tribo. Sai de casa mais quebrado que pêlo encravado em zíper, porque dá para se divertir sem grana, basta achar o programa certo, come pão com mortadela e bebe groselha porque é o que dá e ainda chama de nostálgico lembrando a infância, só para parecer charmoso para a gatinha que te acha maduro ou o carinha que te achou descolada, diferente, topa ver o pôr do sol com os à toa da balada, como se não tivesse que trabalhar em duas horas, só porque a gatinha bebeu demais e ficou soltinha, vai que ela topa? E isso tudo TODO ou quase todo dia da semana. Mas casou, juntou, colou, velcrou, transformou em sério sob qualquer aspecto e você fica seletivo. SELETIVO=CHATO!

Todos nós fazemos isso. Mas pensem bem, o que é mais fácil: botar a culpa no outro, na vida, na meteorologia ou arregaçar as mangas e puxar a responsabilidade? Se ambos pensarem nisso 40% do tempo do relacionamento, as coisas não ficam perfeitas, mas melhoram, garanto. No mais, tem dia que é noite, mas quando fica assim, acende a luz, gasta um pouquinho mais, ou não acenda e brinque de sombrinhas na parede (pode ser até brincadeira sacana, imaginação é tudo). só não culpe o outro porque você tá no escuro.

Curioso, é que não estou dizendo para agradar quem está contigo, estou falando para agradar a si mesmo!

Agora, se você não quiser sorrir, não quiser ser feliz, desencanado, na esquina tem uma vendinha, e a laranja tá baratinha! É só continuar procurando, procurando, procurando…..

Samba de uma nota só

Para poucos, os eventos de hoje não significam nada.

Para os entendidos, os quase, ou os wannabe, hoje pode mudar tudo.

Lembro a todos (como se precisasse), que o Brasileiro começa nesse fim de semana e a cobertura dos clássicos de hoje fecha um ciclo do que se iniciou no ano passado, de repatriar grandes nomes do celeiro nacional e dizer para todos que o Brasil é o Brasil e o resto é o resto. Coisas de ano de Copa.

Digo fecha, porque marca embates esperados por todo esse período, e de tudo que foi feito agora, pouco ou quase nada será abandonado ou reconsiderado no tempo que resta. Os entendidos sabem; os quase duvidam; os wannabe ainda acreditam.

Para quem conquistou algo ano passado e para aqueles que conquistaram algo esse ano,  a mídia foi gentil em quantidade, mas bruta em qualidade. Como treinados paparazzis, engoliram cada miudeza dos podres de cada um daqueles que voltaram, foram, surgiram, mudaram, engordaram, namoraram e etc; enfim, tudo que todo mundo faz. Fizeram isso porque nos 3 anos que antecipam o Main Event, tudo que se fala é abobrinha, fizeram isso agindo como se tudo que se fala no ano de Main Event fosse importante. Coisas de país de futebol.

Para os wannabe, é.

Para os quase, a dúvida.

Para os entendidos, a verdade é que nada mudou tão efetivamente para todo esse fuzuê. O que mudou, foi o acesso (um brinde à mídia sangrenta) à vida de celebridade, a mesma vida que essas celebridades levavam fora daqui e nós não acompanhávamos e por isso lambíamos o ego, agora acontecendo nas chatubas e frutas brasileiras. Nada demais. No campo, ainda são muito, e fazem toda a diferença, mas atuando aqui e não lá, “perderam” a admiração dos wannabes e quases…alguns sofreram por isso, esses menos preparados que outros, outros fingiram postura, outros disfarçaram mais, outros não tiveram tempo de fazer tanto, mas todos, TODOS agora vão fazer o que puderem para tentar a tão sonhada vaguinha. Coisas de todo ano de Copa.

A verdade é que exatamente por isso, hoje se encerra um ciclo problemático, mas maravilhoso. Como nós, os astros entendidos sempre serão entendidos, os quase, serão sempre quase, e os wannabes, aos montes, serão sempre…

INDEPENDENTE DE HOJE.

Conturbado, feliz ou não, promissor ou não, esse ciclo enloquece entendidos, quases ou wannabes. E vem com trilha sonora. Essa mesma, que todos esses entendidos, quases e wannabes adoram ouvir e cantar. Gol, o samba de uma nota só.

Você sabe a letra, você já cantou essa melodia, junto, acompanhado, em show ou no carro, dando replay ou ao vivo.

Hoje você espera cantar de novo eu também. Torçamos todos, para que esse disco não arranhe.

O Sofredor e o Torcedor

O que é esse sentimento doloroso da pré-batalha que não lutaremos?

É curioso pensar sobre isso, mas o torcedor sofre e foi feito para isso. De todo o tempo que é torcedor, 99%  o é sofrendo, então porque?

Somos feitos de vitórias. E convenhamos, na vida temos poucas. Em uma vida “normal” temos cerca de uma dúzia das memoráveis, daquelas que lembraremos e deixaremos para serem contadas. Formaturas, se tiver oportunidades, umas 3, casamentos – porque nos dias de hoje tem que ser no plural (digamos 2), nascimento de filhos, (sejamos extravagantes como bons brasileiros) 3, formatura dos filhos, +3, aposentadoria, netos, digamos 4. Nessa conta, chegamos a 15.  Esse pequeno número de conquistas, resume uma vida de 80 anos em média, cerca de duas a cada década.

Esse número é igual ou próximo às chances que um esporte como o futebol, nossa maior cota de esforço “torcidal” (é, criei mesmo) dá em 5 anos, ou seja, meia década.

Precisamos vencer. Nem que seja através dos outros. É uma realidade, curiosa no mínimo, mas realidade. Alegamos que contribuímos e demos o nome de torcida. Apenas para participarmos, para nos sentirmos relevantes, importantes, para triplicarmos nossas chances de vitória em nossa trajetória, nos descabelamos constantemente, e não apenas pelo futebol, por todos os outros esportes, pelos outros, pela família, por tudo. Chegamos ao cúmulo de dizermos que o resultado não seria o mesmo se não tivéssemos feito nosso papel, o papel de torcedor. A verdade é que tudo que o torcedor faz, é lembrar o personagem principal dessa torcida, de que ele irá decepcionar e/ou transformar em derrotados todos aqueles que torceram por ele caso não conquiste o primeiro lugar. É verdade. Se retire do papel de torcedor (entendo, fato dificílimo, é da nossa natureza) e se coloque no papel de protagonista. Todas as suas vitórias tiveram torcida. Em várias delas, no final você mesmo disse que sem a torcida, sem o pensamento positivo, sem o apoio.. etc, etc, etc você não teria conseguido. Mas lembre-se também, que na maioria você perdeu, e todos esses torcedores foram chamados intimamente por você de co-bra-do-res.

É quase injusto, afinal, cogitemos duas coisas (mantenha-se no papel de protagonista): 1 – Você gostaria de ser cobrado a conquistar algo por alguém que não fez o trajeto, a caminhada, o esforço, e não tem as qualidades ou o conhecimento que você tem, ou mesmo não fez o esforço que você fez? Você gosta da sensação de alguém comemorar sua vitória como se tivesse feito tudo que você fez para chegar lá? Provavelmente a negativa se faz presente nas suas duas respostas.

No entanto, digo quase injusto aí acima, pois você escolheu (ou eu escolhi, para efeito de explicitar meu ponto) ser o protagonista nesse momento e, para sê-lo tem que passar por isso para conquistar as SUAS vitórias. Sabe disso porque mesmo o protagonista é torcedor em outros momentos e também precisa ser coadjuvante de um monte do outras pessoas, coisas, família e terá que fazer o papel do cobrador para desfrutar de vitórias que não “executou”.

Resumindo, você precisa sofrer. Seja lutando ou seja torcendo. Porque? Porque no fundo, a vitória é BEM mais gostosa assim.

Assuma, você é um sofredor, e pior, escolheu ser assim. Somos todos dependentes químicos – literalmente – dessa sensação de esforço, seja físico, seja mental, seja só do coração. Você, eu, todo mundo precisa de mais vitória do que 10 ou 15, senão a vida não vale a pena.  Alguns tem overdose, outros apenas a dose diária, mas todos precisamos dessa droga.

Portanto, eu já que aceitei isso, vou sofrer aqui, afinal tem jogo amanhã. E você?

O Imperador e a Bola de Canhão

Esse é um conto, que como toda boa historinha, tem um fundo de verdade e uma lição de moral.

“Era uma vez o Imperador “Adiando”, que um dia desenvolveu uma inexplicável afeição por uma bola de canhão.  O Imperador já tinha se machucado com ela, sabia que ela só funcionava com fogo na traseira, que ela já tinha ferido vários outros ingênuos soldados que tentaram manuseá-la, mas mesmo assim não aprendeu. Joana, (apelido meramente ilustrativo para a bola de canhão) era seu calcanhar de aquiles. Vários conselheiros vieram ao seu Imperador, suplicar por sua compreensão. Lhe mostravam que a história conta que guerras são ganhas nas trincheiras, com o suor do corpo e a dedicação ao objetivo. Diziam corretamente também, que a bola de canhão parecia dar poder, claro, ela era imponente, indomável e perigosa, e que por ser tão complicada, Joana dava a impressão de ser feita somente para o mais poderoso. 

Assim, os leais súditos, conselheiros e dependentes da corte entendiam a paixão do Imperador Adiando por ela, mas estava claro que ela era um problema, algo que ele teria que carregar sempre consigo, já que existia o risco de um dia ela ser usada contra ele, e dado seu poder de destruição, isso iria virar uma distração, talvez até uma obsessão, tirando desse Imperador a grande chance de se destacar na maior das guerras, que estava por vir.

O Imperador Adiando no fundo, era um homem de bem. Conquistou seu espaço apoiado pela maior das forças, a família. Ganhou novos impérios, depois de ter sido apenas um grande soldado desengonçado. Ao perder seu pai, o Imperador Adriano não só perdeu um de seus maiores incentivadores, perdeu também um de seus medos, o de decepcionar quem o ama. Seus súditos importavam pouco, sua nação, tampouco, sua grande guerra menos ainda. Naqueles dias só quem importava era Joana Bola de Canhão.

Mal sabia o Imperador Adiando, que ele andava adiando a pior das constatações, a de que se caso seu pai estivesse por perto, mesmo camponês, o tiraria daquela postura tão defensiva e tão digna de pena aos solavancos, mesmo ele sendo apenas um camponês e Adiando o grande Imperador. Esse camponês o diria que não adianta querer que as pessoas ruins não existam. De que no fundo, elas não são ruins, são verdadeiras e, que ele andava parecendo fraco, infantil e indigno de sua realeza. Que no mundo real, quem quer ser Imperador não pode pedir descontos, compreensões, ou dizer que o mundo é muito mal. O diria que ele se enganava ao pensar que daria para por na conta do mundo aquilo que nós gastamos. Diria em resumo, para voltar a ser macho e deixar de frescurinha que isso era coisa de donzela. Depois de dizer, colocaria o grande Imperador no colo e lhe desceria a lenha com ferro quente de moldar ferradura, para que ele nunca mais esquecesse disso. Coisa que pai ou quem gosta da gente faz de verdade. Na hora dói, depois passa e a gente aprende. O Imperador voltaria a ser o mesmo. Ah se não voltaria.

Pena que o Imperador Adiando não tinha nada disso. Quem se dizia seu conselheiro, seu alternativo pai, não tinha pulso para lhe dizer que a grande guerra estava cada vez mais longe, tinha medo de ser jogado aos leões. Quem fazia parte de seu exército não queria se meter, no final, todo mundo quer ser Imperador, e se o Imperador não estava mais dando conta, alguém sentaria em seu lugar. Quem se dizia seu amigo, só lhe dava pão quente, ópio e vinho forte da taverna, e o Imperador seguia lento,cada vez mais fraco, mas bem alimentado e se achando amado.

Mais pena ainda, quem nem para bom nem para ruim, o Imperador não percebia nada disso, ele só tinha olhos para a Joana, sua bola de canhão.

O tempo passou, e para Grande Guerra ele não foi. Seu povo o odiou por isso. Todos gostariam da chance de representar sua nação. Não foi à Guerra Intercontinental, e começou a perder as batalhas para as rebeliões de sua própria terra, sedentas pelo sangue do já derrotado mas nao destronado Imperador.

Um dia, perdeu seu posto para outro jovem de seu batalhão. Um jovem que não tinha loucuras por nenhuma bola de canhão.

Falando nela, bem antes disso, a bola de canhão, Joana, se foi, rolando atrás de outro grande e iludido poderoso. Dito e feito aqueles tão desconsiderados alertaram. Hoje o Imperador Adiando não se arrepende.. mas também não esboça nenhuma reação, ficou catatônio depois das agressões verbais daquele povo tao mau. Que pena Imperador Adiando.. você poderia ter tido tudo… e tudo se foi.. juntinho com a bola de canhão, que foi a única nessa história a ser feliz pra sempre.”

Engraçado.. nunca tinha ouvido esse conto, mas acordei com ele na cabeça, não sei porque. Alguém conhece?

A dois passos do paraíso!

Bom dia massa! Como 35 MI estou tenso às avessas hoje.. Acredito piamente no resultado positivo da rodada e nem dormi direito por conta desse jogo. Acabo me torturando tentando ler tudo e ver tudo que tem essas cores e essas palavras que enlouquecem qualquer Rubro-Negro (é, é com letra maiúscula mesmo porque somos FODAS!) Estou com um amigo flanático aqui de Brasília que hoje pela primeira vez irá ao Templo gigante e temo que o rapaz não resista, vá preso tentando invadir o gramado ao final do jogo pra comemorar a liderança finalmente! Não o culpo, mas torço pra que como aconteceu com tantos de nós ao vivenciar isso pela primeira vez, o rebento entre em transe e só faça cantar feito maluco (já o alertei que se voltar pra cá com capacidade de pronunciar qualquer som eu corto as cordas vocais sem dó. Ir ao Maraca (AMÉM) para ver o Flamengo (AMÉM) com todas essas possibilidades e ao lado de tantos irmãos de fé significa deixar tudo lá, exatamente igual aos guerreiros no gramado. É isso que desejo pra ele, para todos que estarão tão perto dele, e para todos nós que plantados estaremos, mesmo de longe em qualquer lugar do mundo. Honrem o manto, entoem os cantos, Segurem o pranto! SEREMOS CAMPEÕES! Raça, Amor e Paixão! Ser Flamengo não é fácil, mas é ÓTIMO! SRN

Grito do Silêncio

“Dia!”

A saudação de hoje é nada mais, nada menos que um recado velado. É assim que o povo que mais rala nessa terra brazilis saúda companheiros, chefes, moças prendadas e não prendadas, e até o padre da região. A saudação em si, letra após letra não diz muito. Mas em silêncio diz muita coisa. Ela não diz que o dia está bom, que está ruim, apenas que é dia. Deixa a entender que o dia é aquilo que se faz dele, é o que importa. O fato de cumprimentar a todos da mesma maneira não é prepotência, e sim saber que cada um tem sua função a cumprir, seus objetivos e responsabilidades. Finalmente, fala sem precisar descrever, que acordou cedo, e que assim como aquele que cumprimenta, não tem muito tempo a perder na prosa, e quem dá explicação demais é porque deve muito.

Esse mesmo trabalhador não tem poderio, nem posses, nem sucesso. Tudo aquilo que ganha ele leva para casa e comemora internamente a vitória de mais um dia, e isso acontece todo dia. Se ele não consegue, ele tenta, ardorosamente.  E se não grita de felicidade por dentro, grita de raiva, grita de vontade ou de dor, porque sabe que isso não precisa ser externado, se ficar dentro dele alimenta os sonhos, alimenta a gana de conquistar o que quer. Também não precisa ser externado porque como disse antes, não tem sucesso suficiente para que alguém queira ouvir esses gritos…

Nesse momento, alguém me interrompe e fala, “tá, ok! Mas e daí, porque tá falando isso tudo?”

Simples, os astros e/ou falsos astros, da gávea caindo aos pedaços, esqueceram como é se sentir assim. E falta gana. Grana, que seria a mesma palavra com o R de R$ eles têm demais.  E o Flamengo age como se tivesse mais ainda. O Flamengo tem dinheiro para ter jogador no elenco que não entra na escalação a mais de 2 meses, ou seja, paga um salário pra cima de 1oo mil para o cara frequentar o clube. Peladinha de manhã, spa completo à tarde, sala de musculação, vestuário completo e sucesso garantido. Diga aí se na sua empresa você teria funcionário na folha, cargo chique e salário top, que não fosse requisitado para tarefa nenhuma e ainda usufruisse de mesa própria, notebook última geração, secretária gostosa e carro com motorista. Responde aí Roberto Justus! Você está Demitido!!!!!!!

O Flamengo é o chefe que não cobra, que não vende e que não produz, é a organização que não precisa de lucro, que não evolui, que não se valoriza, e acima de tudo se acha o melhor lugar do mundo. Chegamos à Terra do Nunca.

O Flamengo precisa entender o que significa compromisso. Essa palavra foi esquecida na Gávea. A palavra de ordem lá hoje é omissão.  O melhor artista ao fazer um show, mesmo com 40 anos de carreira, se beber todas e não conseguir cantar, VAI SER VAIADO, PERDER O PÚBLICO e, se bobear, vai ter que DEVOLVER O DINHEIRO. É assim que funciona. Eles têm empresários, que negociam apresentações, os melhores lugares, os melhores equipamentos, e que negociam propagandas e marcas para eles representarem.  Os empresários de futebol, na teoria fariam o mesmo trabalho, mas para outro segmento. No caso do artista, se ele falta ao show (leia-se treino) ou faz cagada no palco (leia-se chinelinho, pancadeiro, fominha e todos os outros) ele se fode… no caso do jogador de futebol, especificamente falando no Flamengo, nada acontece! (Já imaginou esses caras tendo que devolver nossa grana por cada apresentação ridícula como as que cada vez mais frequentemente temos que acompanhar?)

Mantendo a linha de raciocínio, mas sendo mais claro:

O jogador de futebol está na indústria do entretenimento, essa é a verdade. É como um músico, por exemplo, para ser alguém único, ou ao menos acima da maioria, ele tem que ter performances memoráveis quando tem chance, cumprir com sua agenda, tratar bem seus fãs, ir aos ensaios da banda, ir aos shows, e principalmente, acima de tudo, respeitar aqueles que lá o colocaram. Você enxerga esse cara hoje no Flamengo?  É uma boa forma de caçar quem vale a pena lá dentro. Quem é o bom funcionário? Porque na real, é isso que eles são, funcionários. Entretenimento, negócio. E tudo isso é muito bem remunerado.

Esqueçam a fama, a história, porque como disse anteriormente, não é mais o Flamengo que fala por nós, hoje em dia somos nós que falamos por ele. Quem está para trás nessa mesma história sempre soube disso, mas nunca colocou dessa forma. Utilizava a política do “Dia!” para chegar lá. Hoje moram na lembrança, no coração e na saudade de todos nós.

Para finalizar, uma dúvida: Será que quando se citou que o Flamengo deveria se tornar empresa era disso que estavam falando, e não o que o senhor Delair (eu não preciso de patrocínio e o Flamengo não está à venda) “Dumbo” entendeu? Eu acho que sim hein? Mas quem sou eu…eu não entendo nada.. me tornei cego, surdo e mudo para coisas estampadas na minha cara. Eu grito de dor, de amor, de raiva e de felicidade pra dentro, para ter gana para ganhar a gRana.

Mas isso cansa. Então é melhor eu parar por aqui, porque como os raladores desse Brasilzão que amo, eu amanhã digo “Dia!” e vou em busca do meu. Quem sabe um dia meu Flamengo cobre isso de quem esta lá, ou quem está lá lembre de cobrar isso de si mesmo.

Salve Nação!

Salve Nação!

 

Irônico como apenas minha saudação já diz muito a respeito do que penso ser o problema. O Flamengo perdeu, e digo isso como definido, não em transição, mas como fato, sua capacidade de ser grande. Quer saber o que é o problema? O Flamengo não joga na arquibancada, não negocia com seus maiores argumentos. Não usa, nem desfruta de seu maior poder de barganha. A culpa é de todos, sem tirar nem pôr, mas quer saber o pior? Coloco a culpa também no torcedor.  Abaixo eu digo o porquê, espero que tenha interesse de ler. Já deixo o primeiro abraço aqui, pra todos que vestem o manto, que amam o Mengão e que viveram junto comigo mais essa patética entrada em campo. Para isso era melhor ter ficado no CT.

Para quem ficou, valeu, vamos aos debates.

Pensem profundamente: Quais são os argumentos ao defender nosso time no pré-jogo debatido aqui ou em qualquer esquina desse Brasilzão? A torcida. A camisa. Os confrontos do passado. A chegada de um salvador da pátria? SEMPRE A MESMA COISA! Não existe campanha sólida, esporro bem dado, técnico sóbrio, capital de suporte, estrutura e principalmente jogador dedicado, compromissado com o objetivo, com a história, com a camisa, com o torcedor.  Esse, para mim é o primeiro motivo pelo qual essas merdas acontecem.

Às vezes penso que somos malucos. Isso é igual a amar mulher que não te quer mais e pegou teu melhor amigo, ou então dizer que não vive sem aquele malandro que te enche a porrada todo dia em casa. Vivemos de esperança e de lembranças do passado onde éramos importantes. Esse para mim é o segundo motivo. Sim caro amigo, também considero nossa culpa. Não incentivo boicote ao estádio ou a TV. Eu mesmo não conseguiria. Mas passamos a ver diante da fuça TODO DIA uma malandragem lá dentro, passamos a ver que tudo ia desmoronar e só aprendemos musiquinha, contamos vantagem de 20 anos atrás e achamos que estamos bonitos na foto. Sócio mesmo, não somos. Diretorias fajutas e ladras, deixamos lá! E por aí vai. Jogador agora vem da várzea.. e é jogador do mengão.. tem que respeitar.. PÁRA COM ESSE PAPO IDIOTA. Caiamos na real. Fazer a nossa parte é mais do que torcer incondicionalmente, é cobrar para que não tenhamos mais que discutir com outros débeis torcedores de outros vulgo times.. coisas que fazíamos a longínquos anos atrás, o Flamengo falava por si, agora, falamos por ele. E falamos grosso, porque senão o Flamengo já era piada velha. Vocês seguram esse rojão daí, eu seguro daqui e por aí vai.

Seguindo daí, pensem nisso. TODOS vocês já ouviram Júnior, Zico e companhia falarem o esforço que era jogar na gávea. A grama que tinham que comer pra estar entre os 11. Que fossem os 22, NÃO IMPORTA. Para estar ali dentro tem que querer ser o 1º. Se fosse só isso tava bom, mas tem que fazer por onde.

Sabe qual é o mais irônico? Nós somos nação. O cara entra ali, ele está, como muito bem disse o poeta Arthur, na maior vitrine do Brasil. Isso é bom? Só se ele achasse que pra estar ali, ele tinha que ser MERECEDOR, aí ele ralava.. mas não acha.. e está certo.. não precisa mesmo.. para estar no Flamengo, precisa ter empresário, ter vontade de acabar a carreira em time grande, sentir saudade de onde começou, ter vontade de ir para o exterior, ou querer treinar meio período e ganhar bastante dinheiro. Hoje no Flamengo tem até gente querendo jogar pela seleção de outro país.. sendo Brasileiro. Piada, vai! É a epítome do “Se não consigo ser o melhor, vou aonde eu posso ser eu mesmo” Lembrou alguns que vocês conhecem por lá? O nome disso é MEDIOCRIDADE. Basta lembrar de vários aí que resolveram dar o sangue em time menores, porque senão lá eram banco ou demitidos, depois que saíram da gávea como ídolos. Mentimos para nós mesmos.. Eles não mentem para nós.. fazem na nossa cara todo dia.

O único diferencial que temos, e é isso apenas que nos faz ainda termos algum prestígio perante a outros times ou pessoas do esporte, vem daquilo que nós, aqui no blog e em todas as partes do país e do mundo DIZEMOS, porque o fato é que o Flamengo há muito tempo não FAZ nada!

Nós somos grandes PONTO. Mas somos grandes PORQUE? Nós já somos piada esporádica, como domigo agora já fazem ANOS! Qual é a supresa? Que me desculpem os que dizem que o futebol nacional é parelho.. é porra nenhuma! Como sempre existiram grandes times na história que se destacavam, hojem eles estão por aí.. a verdade é que não fazemos parte deles. e nem corremos atrás para tal. Jogador tinha que pagar imposto pra estar na gávea. Porque? Porque ganha o direito de se consagrar em uma tarde morta de domingo como ontem perante a 35 milhões de apaixonados, e mais uma penca de jornalistas, e mais um milhão de secretamente amantes do Flamengo. Pergunta se um zézinho que faz 6 gols em um jogo pelo Goiás, pelo Coritiba ou mesmo pelo Sport entra para a história na memória de todos.? Esse weldon, ano que vem..e acho que to sendo bonzinho já não é ninguém. Sabe o que vai acontecer? O Flamengo vai atrás dele pra estar na gávea… e assumir sua incapacidade de criar ícones. Esses seres sobre-humanos que nossos pais e avós fizeram questão de repassar a ficha técnica para nós. Lembrem-se da palavra Santos. Lembrem-se da década de 60-70. Um ícone sustentou aquela peixaria por 40 anos. Agora acabou… e hoje, seu maior nome é Kleber Pereira.. ou Madson. Bom né? Não quero isso para mim, e acho que nem vocês, mas acho pior ainda que o Flamengo tenha o descaramento de chamar de ícone alguém que no máximo faz melhorzinho  do que eu algo que é MUITO bem pago pra fazer.  Quanto tempo ainda temos para sermos NAÇÃO?

Para finalizar, vou ser meio escroto!

Jogador no Flamengo devia comer a grama no treino em 3 períodos para estar na gávea. Devia saber a grandeza do clube.Mas a sede está fechada, a venda de camisas oficiais é menor do que muito time mequetrefe e a diretoria quer passar a conta disso para quem ainda é o maior cliente. É a mesma coisa que você ter um buteco cospe-grosso, que um dia já foi restaurante de primeira no melhor bairro, e  ter feito tanta merda na administração da imagem, que nem fornecedor de produtos decente tem mais, e por isso ter ficado com um cliente apenas, e daquele tipo que dorme na porta, e ainda querer aumentar o preço da pinga em 800% pra que ele continue bebendo lá e pagando as contas do buteco sozinho. RIDÍCULO é apenas o que posso dizer.

Mas o pior é começar o texto dizendo Salve nação, e ter  de terminar dizendo, Salve A Nação.

SRN

“Pode ir arrumando o coreto e preparando aquele feijão preto eu tô voltando”.

E no início era o caos…

Primeiro post, e já tem coisa ruim pra falar…

Talvez não seja um bom começo, mas como diz o cabeludo do comercial da Nextel, “Quebrar é a oportunidade de reconstruir” e portanto não tenho medo. Isso é algo que aprenderão de mim entre muitas outras coisas. Na minha vida não existe espaço para tal sentimento. Aqui, falarei de tudo, mas irei focar em naquilo que me agrada verdadeiramente ou incomoda profundamente. Nada de opiniões e avaliações superficiais. Sou parcial e passional, sou verdadeiro, mesmo que errado.

Nesse primeiro momento falo de algo que engloba os dois lados dos sentimentos que descrevi acima, que é vivo e eterno em mim, uma das minhas grandes paixões, meu Flamengo. Para todos aqueles que dizem neste momento,  – Pronto! Mais um acéfalo que só fala de futebol, mulher e cerveja, digo – repetindo-me inclusive – que vou a fundo nas coisas, e se começar a fazer analogias aqui entre futebol e a vida, momentaneamente excluindo os outros fatores dessa fantástica tríplice aliança masculina, não termino nunca, já que acredito profundamente que minha paixão pelo esporte reverbera em muitos casos nas semelhanças que encontro com as estratégias e objetivos da vida. Mas isso é outra história.

No caso do meu Flamengo, é apenas um desabafo.  Sou Mengão até morrer, mas não mato e nem jogo bomba ou até mesmo estalinho por isso.

Ficha técnico-cooperativa da situação atual:

 - 4 – 4 – 2 precisando de resultado?
- Colocar Juan no meio porque ele joga em qualquer lugar? (idéias do povo)
- Ver o Jailton subir e o Léo Moura marcar?
- Ver o Toró com mais finalizações no jogo do que o Maxi?
- Ver o Obina tentando cavar falta e pênalti daquele tamanho?
- Ver o Obina não tocar na bola perto da área durante todo o segundo tempo?
- Ver escanteio com bola livre no segundo pau dentro da pequena área?
- Ver o Airton não ser mencionado embora tenha sido a segunda melhor atuação do Flamengo em campo?
- Colocar o Paulo Sérgio aos 43 quando o toró era quem mais fazia falta e já tinha o amarelo correndo risco de ser expulso porque subia e depois tinha que voltar desesperado pra marcar pois o Cristian não fez nada?
- Deixar o Érik Flores no banco depois do empate quando foram 22 minutos de completo desespero do Goiás? (Com o adicional de Obina jogando?)
- Ver o Bruno no meio do campo, no meio de dois tentando fazer firula?
- Dininho?
- Ver o Léo Moura recebendo conselhos do Ibson de como bater pênalti? Com adicional de coraçãozinho pra Perla depois do gol?
- Ver o Jaílton bater de bico na bola dentro da pequena área?
- Ver a diretoria fazer estardalhaço pela bomba (nada justifica a bomba, eu sei) quando o estardalhaço real é 9% de aproveitamento nos últimos 7 jogos (pior que o Ipatinga) e todo mundo cair nessa?
- Felipe?
- Morales?
- Hexa?
- Brasileiro é obrigação?
- Bruno não vai cortar o cabelo té o título?
- Caio Júnior falando que o resultado foi injusto e que o Flamengo jogou melhor?

E DEPOIS DE ISSO TUDO COLOCAR CULPA EM BRUXA? NO FLUMINENSE? VCS SÓ PODEM ESTAR DE SACANAGEM!!!!!

Para não dizer que só cornetei… e acho que apenas avaliei, vai aí o que penso do time…

Jogar no 4-3-3

Bruno
Léo Moura, Jaílton, Thiago Salles, Juan
Aírton, Ibson, Jonatas,
Maxi, Erick Flores, Paulo Sérgio.

PS.s
1 – Escalação do Jaílton como zagueiro considerando as condições. (Pode-se pensar em Cristian também, que tem melhor saída de bola)
2 – Airton que é o volante de contenção mais seguro que temos para cobrir o Léo Moura e empurrá-lo para jogar lá em cima que aonde pertence.
3 – Jonatas para jogar com o Juan porque tem bom toque de bola e vai ajudar o mais habilidoso do time, que inclusive marca melhor do que a outra lateral e com isso precisa de um apoiador de marcação com menos habilidade, além disso, vão ser cobertos por um zagueiro que embora novo, é originário da função, o único em campo.
4 – Simples, quanto mais melhor, precisamos de gol e bola trabalhada na frente, portanto 3 atacantes fracos é melhor do que 5 volantes, o jogo é em casa e o 12º jogador vai estar lá empurrando e marcando.

 

Pronto, desabafo feito, primeiro post criado, espaço aberto, e muito mais por vir. Espero que gostem, que comentem, que sintam vontade de recomendar, mas mais do que tudo, que me critiquem, e muito, se claro, for de necessidade e sentimentos honestos no que disserem.

Saudações Rubro-Negras,
Que minhas preçes sejam ouvidas!
Um grande abraço!

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